sábado, 3 de abril de 2010
2010: Cristais quebrados *Carlos Vereza

Não é necessário ser profeta para revelar antecipadamente o que será o ano eleitoral de 2010.
Ou existe alguém com tamanha ingenuidade para acreditar que o “fascismo galopante” que aparelhou o estado brasileiro vá, pacificamente, entregar a um outro presidente que não seja do esquema lulista os cargos, as benesses, os fundos de pensão, o nepotismo, enfim, a mais deslavada corrupção jamais vista no Brasil?
Lula já declarou, que (sic) “2010 vai pegar fogo!”. Entenda-se, por mais esta delicadeza gramatical, golpes abaixo da cintura: dossiês falsos, PCC “em rebelião”, MST convulsionando o país… que a lei de Godwin me perdoe - mas assistiremos em versão tupiniquim, a Kristallnacht, A Noite dos Cristais que marcou em 1938 o trágico início do nazismo na Alemanha.
E os “judeus” serão todos os democratas, os meios de comunicação não cooptados (verificar mais uma tentativa de cercear a liberdade de expressão no país: em texto aprovado pelo diretório nacional do PT, é proposto o controle público dos meios de comunicação e mecanismos de sanção à imprensa). Tudo isso para a perpetuação no poder de um partido que traiu um discurso de ética e moralidade ao longo de mais de 25 anos e, gradativamente, impõe ao país um assustador viés autoritário. Não se surpreendam: Há todo um lobby nacional e internacional visando a manutenção de Lula no poder.
Prêmios, como por exemplo, o Chatham House, em Londres, que contou com “patrocínios” de estatais como Petrobras, BNDS e Banco do Brasil, sem, até agora, uma explicação convincente por parte dos “patrocinadores”; matérias em revistas estrangeiras, enaltecendo o “mantenedor da estabilidade na América Latina”. Ou seja: a montagem virtual de um grande estadista…
Na verdade, Lula é o Übermensch dos especuladores que lucram como “nunca na história deste país”.
Sendo assim, quem, em perfeito juízo, pode supor que este ególatra passará, democraticamente, a faixa presidencial para, por exemplo, José Serra , ou mesmo Aécio Neves?
Pelo que já vimos de “inaugurações” de obras que sequer foram iniciadas, de desrespeito às leis eleitorais, do boicote às CPIs como a da Petrobras, do MST e tantos outros “deslizes”, temos o suficiente para imaginar o que será a “disputa” eleitoral em 2010.
E tem mais: o PT está comprando, com o nosso dinheiro, políticos, intelectuais, juízes, militares, o povo humilde com bolsa esmola e formando milícias com o MST, PCC, Sindicatos, ONGS, traficantes e outros, que recebem milhões e milhões de reais, para apoiar o PT e as falcatruas do Governo lula.
Não podemos nem pensar em colocar como Presidente do Brasil uma mulherTERRORISTA, que passou a vida assaltando bancos, matando pessoas inocentes, arrombando casas, roubando e matando. Só uma pessoa internada num manicômio seria capaz de votar numa BANDIDA para presidente de um País.
Confiram.
Carlos Vereza
Ator e ex-petista
Aí a briga começou...
Aí a briga começou...
Minha esposa sentou-se no sofá junto a mim enquanto eu passava pelos canais.
Ela perguntou: "- O que tem na TV? "
Eu disse: "- Poeira. "
Aí a briga começou...
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Minha esposa estava dando dicas sobre o que ela queria para seu aniversário que estava próximo
Ela disse: "- Quero algo que vá de 0 a 100 em cerca de 3 segundos. "
Eu comprei uma balança para ela.
Aí a briga começou...
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Quando cheguei em casa ontem a noite, minha esposa exigiu que a levasse a algum lugar caro.
Então eu a levei ao posto de gasolina.
Aí a briga começou...
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Minha esposa e eu estávamos sentados numa mesa na minha reunião de ex alunos do colegial, e eu fiquei olhando para uma moça bêbada que balançava seu drinque enquanto estava sozinha numa mesa próxima.
Minha esposa perguntou: "- Você a conhece?"
"- Sim," disse eu, "Ela é minha antiga namorada...Eu sei que ela começou abeber logo depois que nos separamos há tantos anos, e pelo que sei ela nunca mais ficou sóbria."
"- Meu Deus!", disse minha esposa, "quem pensaria que uma pessoa
poderia ficar celebrando por tanto tempo?"
Aí a briga começou...
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Depois de aposentar-me, fui até o INSS para poder receber meu benefício. A mulher que me atendeu solicitou minha identidade para verificar minha idade.
Chequei meus bolsos e percebi que a tinha deixado em casa. Disse à mulher que lamentava, mas teria que ir até minha casa e voltar depois.
A mulher disse: "- Desabotoe sua camisa."
Então, desabotoei minha camisa deixando exposto meus cabelos cresposprateados.
Ela então disse: "- Este cabelo prateado no seu peito é prova
suficiente para mim" e processou meu benefício.
Quando cheguei em casa, contei entusiasmado o que ocorrera para minhaesposa.
Ela perguntou: "- Por que você não abaixou as calças? Você poderia ter conseguido auxilio-invalidez também... "
Aí a briga começou...
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A mulher esta nua, olhando no espelho do quarto de dormir. Ela não está feliz com o que vê e diz para o marido: "- Sinto-me horrível; pareço velha, gorda e feia. Eu realmente preciso de um elogio seu. "
O marido retruca: "Sua visão está perfeitíssima! "
Aí a briga começou...
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Eu levei minha esposa ao restaurante. O garçom, por algum motivo,
anotou meu pedido primeiro. "- Eu vou querer churrasco, mal-passado, por favor."
Ele perguntou: "- Você não está preocupado com a vaca louca"
"- Não, ela mesma pode fazer seu pedido."
Aí a briga começou...
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O marido volta do médico após uma consulta e a esposa toda
preocupada, pergunta-lhe: "- E então, o que o médico lhe disse?"
De pronto, ele respondeu: "- A partir de hoje, não faremos mais amor, estou proibido de comer qualquer coisa gorda."
Aí a briga começou...
Quais as chances desse amor dar certo?
:: Rosemeire Zago ::
Essa é uma das perguntas mais comuns que as pessoas se fazem quando conhecem alguém e iniciam um relacionamento afetivo. Todos nós já desejamos ter uma bola de cristal e saber qual o futuro da atual ou futura relação.
Não, não temos a bola com as respostas, mas podemos analisar alguns pontos importantes.
A queixa mais comum da causa de dor e sofrimento das pessoas ainda é no que se refere à relação amorosa. Ou porque não se amam, mas não conseguem se separar; ou porque um sente que ama mais que o outro, pois cada um demonstra o amor de uma maneira diferente, não fazendo com que o outro se sinta amado; há aqueles que apesar de sentir, nada demonstram; outros tantos, insatisfeitos com o companheiro, seja pela falta de carinho, diálogo, amizade, fidelidade; porque suas necessidades emocionais não são satisfeitas; pelas brigas constantes ou pela falta delas gerando indiferença; e por aí vai a enorme lista de queixas, mas todas têm em comum a relação afetiva. Tudo que toca em nossa emoção... e fazendo um trocadilho: o afeto nos afeta, e profundamente, nos deixa muitas vezes sem estrutura.
Há situações no relacionamento que chegam a comprometer o trabalho, sugam a energia, nos fazem sentir sem chão, sem ar, causando uma angústia profunda e muito, muito sofrimento para um dos envolvidos ou para ambos.
O autoconhecimento, objetivo principal de qualquer processo de psicoterapia, torna-se imprescindível até para iniciar ou manter um relacionamento. Para começar a se conhecer um pouco mais, antes de começar a se relacionar ou mesmo durante o relacionamento, pense sobre valores básicos para você. Segue abaixo algumas perguntas como sugestão para sua reflexão:
1. O que é imprescindível num relacionamento afetivo para você? Carinho, atenção, confiança, compreensão, diálogo, amizade, cumplicidade, sensibilidade, empatia (ter a capacidade de se colocar no lugar do outro), atração, admiração, sinceridade, objetivos em comum, entre outros.
2. Quais são os valores que são importantes que o outro tenha e que espera coincidir com os seus? Verdade, caráter, fidelidade, etc.
3. Você pretende ter filhos? Quer alguém que os queira também ou isso é indiferente?
4. Faz diferença o estado civil da pessoa? Solteiro, divorciado, com filhos, sem filhos?
5. Como você lida com pessoas agressivas, autoritárias? Saberá se relacionar com alguém com essas características? E se for ao contrário? Uma pessoa acomodada, desmotivada?
6. O fato da pessoa morar só ou com os pais faz diferença?
7. Prefere freqüentar a casa da outra pessoa; que ela freqüente a sua, sem que você se sinta invadido; ou prefere um lugar neutro, nem de um nem de outro?
8. Ser independente financeiramente é importante? Você se incomoda, ou não, em pagar contas ou dividi-las?
9. Seguir, ou não, uma religião, crença, faz diferença? Se a pessoa crer em algo diferente do que você acredita o incomodará?
10. Antes de terem relação sexual você pensa e/ou pretende fazer exames e pedir que o outro os faça?
11. Você tem o desejo de casar ou morar junto? E se o outro não partilhar da mesma idéia?
12. Você gosta de viajar? Praia, campo?
13. Gosta de praticar esportes ou não? Gostaria de alguém para compartilhar esses momentos? Ou prefere fazê-los só?
14. Quais são seus hobbys? Pretende mantê-los, mesmo que a outra pessoa não tenha os mesmos que você?
15. E seus amigos? Você tende a se afastar ou todos poderão estar juntos?
16. Prefere cinema ou um DVD no aconchego do lar?
17. Você tem o hábito de consumir bebidas alcoólicas ou não? Como é para você se o outro não gostar ou gostar demais?
18. Quais são suas atividades preferidas para o lazer, tempo livre?
19. Prefere sair com freqüência ou ficar em casa? Quais os lugares que gosta de freqüentar?
20. Você fuma ou não? Como será conviver com uma pessoa que tem o hábito diferente do seu?
21. Quais são seus horários habituais para dormir ou acordar?
22. Gosta de ler ou não? Caso esteja sempre com um livro na cabeceira, sente vontade de trocar opinião sobre o que leu?
23. Sente necessidade de falar de seus problemas pessoais ou é mais reservado? Tem interesse pelos problemas do outro?
24. Mantém contato com sua família com freqüência? É importante que o outro participe ou não desses encontros?
25. Qual tipo de música tem preferência?
26. Você tende a ser uma pessoa dependente emocionalmente?
27. Tem controle de suas emoções? É agressivo, explode por qualquer coisa? É impulsivo, fala sem pensar nas conseqüências? Chora por qualquer motivo?
28. Quais são suas comidas preferidas? Come carne, é vegetariano, macrobiótico?
29. Gosta ou tem animal de estimação?
30. Quais são os comportamentos e atitudes que você não suporta num relacionamento?
31. Você tem consciência de suas necessidades emocionais? Quais são? Tem consciência de que algumas, só você mesmo poderá suprir?
32. Para você é importante receber elogios, demonstrações de amor, ser cuidado?
33. Sente necessidade em receber reconhecimento pelas coisas que realiza para si mesmo e/ou faz pelo outro?
34. Elogia o outro com freqüência, faz demonstrações de seu amor, seja por pequenos gestos de carinho, por verbalizações do que sente?
35. Gosta de fazer surpresas, fazer com quem o outro se sinta uma pessoa importante em sua vida?
36. Tem consciência que seu histórico de vida, assim como os relacionamentos afetivos anteriores, se não explorados e elaborados, podem interferir de forma negativa em seu atual e/ou futuro relacionamento?
Todas essas questões, e outras mais que podem surgir no meio do caminho, devem ser refletidas inicialmente por você. Por quê? Para saber quais são seus limites, até onde está disposto a ceder e/ou mudar em alguns aspectos e situações, e principalmente porque se não forem analisados podem ser fonte de conflitos futuros. Depois de obter para si mesmo as respostas sobre cada uma dessas questões, estará menos vulnerável a permitir relações com pessoas que nada tem haver com você. O mesmo vale para quem está tendo um relacionamento, afinal sempre é tempo de reavaliar a qualidade da relação, e melhorar se for o caso, para que ambos estejam satisfeitos.
Quando possível, compartilhe aos poucos essas questões com seu companheiro, caso o tenha. Raramente as pessoas pensam em questões básicas como as citadas acima, o que com o passar do tempo podem ser geradoras de discussões, distância e conseqüente separação. Isso não quer dizer que cada pessoa que vier a conhecer ou que já está se relacionando você irá com uma listinha e sair perguntando tudo isso.
São apenas sugestões para futuras conversas e, assim, evitar conflitos, além dos que já virão pela própria convivência diária, durante o relacionamento. Elas podem fazer parte de conversas que irão surgindo naturalmente, mas antes de buscar essas respostas no outro, tenha cada uma delas bem claras para si mesmo. Você talvez se torne um pouco mais exigente, o que é natural com a maturidade e as experiências adquiridas, mas com certeza terá um relacionamento mais saudável e com muito mais probabilidades de dar certo, quem sabe, eternamente!
O amor quando chega...
O amor quando chega...
O amor quando chega nos invade, acolhe, aconchega, nos faz brilhar... apesar de tanto desejar e esperar por ele, nem sempre somos abençoados com nobre sentimento! Mas quando chega, verdadeiramente, nos sentimos assustados, não sabemos o que fazer. Se é que deve ser feito algo... só conseguimos saber que sentimos algo forte, muito forte! "O que é isso?" nos perguntamos, "tão diferente do que já senti!"... pensamos! Não é por ser diferente que é errado ou com menor valor, apenas é diferente daquilo que conhecemos, mas talvez por isso mesmo seja algo tão assustador. Mas ao mesmo tempo é bom, tranqüilo, parece que liberta; muito diferente daquele sentimento que damos o nome de amor, quando na verdade está muito mais para apego, posse, atração, desejo, prisão.
Só depois que ele - amor - chega é que reconhecemos a sutil diferença ao que sentíamos e um dia demos o nome de amor, e ao que é amor realmente. Para nomear um sentimento com esse nome, ele deve ser muito nobre, o que em nada combina com ciúmes, agressões, insegurança, infidelidade, controle, manipulação, brigas constantes, entre outros! Não, o amor não traz nada disso, ele traz exatamente o contrário: paz, segurança, tranqüilidade, harmonia, crescimento mútuo, confiança, cumplicidade, enfim, aquilo que sempre desejamos ter, mas enquanto não for amor de verdade, dificilmente conseguiremos conquistar, por mais que o desejemos.
Mas por qual motivo é tão difícil encontrar o amor verdadeiro? Tudo começa com a falta de amor por nós mesmos, que geralmente vem associada à baixa auto-estima. Ou seja, se não reconhecemos nossos reais valores, como podemos nos amar? E como saber de nosso valor enquanto pessoa se nem todos se dão ao trabalho de se conhecerem? Dificilmente, alguém ama quem não conhece, ou ainda, quem não se dá o devido valor.
Isso nos faz chegar à conclusão que sem nos conhecermos, e em conseqüência nos amarmos - pois o amor vem do conhecimento, admiração, que se tem por outra pessoa ou por si mesmo - não conseguiremos verdadeiramente amar alguém ou permitir que tal amor chegue até nós!
Sem nos conhecermos, não sabemos quais são as necessidades emocionais que temos, as quais não deixam de existir por não as reconhecermos. Elas muitas vezes são responsáveis por nossas expectativas frustradas, escolhas erradas, repetições de padrões que não mais desejamos viver, pois muitas vezes esperamos que nosso companheiro venha a suprir tudo aquilo que necessitamos desde crianças e que não fomos correspondidos. Com isso tendemos a idealizar o outro, vendo nele aquilo que gostaríamos que fosse e não quem ele é na realidade. E conforme ele vai se mostrando a nós, sentimos como se tivéssemos sido enganados. Mas será que fomos mesmo enganados ou sequer nos demos tempo para saber quem é essa pessoa que deixamos entrar em nossa vida, sem pedir licença, e colocamos nosso coração e nossa vida totalmente em suas mãos? Geralmente, vemos o outro como um ideal e não como real.
Resumindo: a falta de amor-próprio, a baixa auto-estima, as necessidades emocionais não reconhecidas, geralmente causadas pela falta de autoconhecimento, somada às idealizações, expectativas, carências, histórico de vida, podem comprometer nossos relacionamentos e dificultar o encontro com o verdadeiro amor. O que, no fundo da alma, é o que todos buscamos.
Portanto, devemos realizar toda essa caminhada de autoconhecimento para depois nos permitirmos nos envolver com outra pessoa, o que raramente as pessoas fazem. Elas querem alguém que não as façam se sentir sozinhas e, nessa busca, muitas vezes se encontram mais sozinhas do que antes. Por medo de ficar só envolvem-se com pessoas cujo relacionamento traz apenas sofrimento.
"Mas como reconhecer se o que sinto é amor?" você deve estar se perguntando... Para reconhecê-lo é preciso ter um mínimo de autoconhecimento, pois do contrário estará vulnerável a considerar toda pessoa que vier a conhecer e/ou se relacionar como uma possibilidade de vivenciar o amor, podendo assim facilmente confundir apego, posse, atração, com amor. Fará isso porque irá sobrepor suas carências, sem respeitar suas reais necessidades, que muitas vezes está muito distante de serem supridas por esse pessoa. Claro que devemos considerar que ninguém supre as carências de ninguém, mas sempre queremos uma pessoa que seja carinhosa, compreensiva, amiga, enfim, que tenha valores semelhantes aos nossos, mas ignoramos isso e nos envolvemos sem o menor conhecimento do outro, em conseqüência da falta de conhecimento de nós mesmos, assim nos tornamos dependentes emocionais. Sim, não podemos saber isso sem dar o mínimo de chance para conhecer o outro, mas quantas vezes não entramos num relacionamento sem sabermos muito bem sequer o que queremos?
Como encontrar alguém que lhe faça feliz se nem você mesmo o sabe? Como conhecer alguém se você mesmo não se conhece? Como não repetir padrões se nem sabe quais está repetindo? Sim, o autoconhecimento se torna importante até para iniciar um relacionamento, portanto, procure se conhecer mais, saber o que é importante para você no relacionamento afetivo, tenha referência de como seria o relacionamento ideal para você, ainda que ele não seja exatamente igual, ao menos saberá o quanto está perto ou distante do que deseja realmente para sua vida.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Verdadeira Ilha de Lost é descoberta
Qui, 01 Abr, 08h26
Por Sherlock Crusoé da Silva
O Serviço Secreto Britânico acredita ter encontrado a verdadeira Ilha de Lost, um arquipélago remoto que, surpreendentemente, parece ter inspirado a criação do seriado norte-americano.
A descoberta foi feita por acaso, no ato da prisão de piratas somalis que haviam sequestrado um cargueiro norueguês no golfo de Áden. Com os piratas, foi encontrado um mapa que mostrava a localização de uma ilha. Enviados ao local, agentes da SAS, a tropa de elite da Força Aérea inglesa, relataram que a área está sob forte influência de um campo eletromagnético até então desconhecido.
O que mais deixou os agentes perplexos foi a descoberta de destroços de um avião Boeing 737 sem nenhum vestígio de corpo por perto. No avião, havia apenas um caixão, vazio, no compartimento de bagagens. Na ilha, havia ainda um cão da raça labrador com uma coleira em que se lê o nome Vincent.
O coronel John Smith, fã da série Lost, foi quem primeiro atentou para as coincidências. "Em 20 anos de SAS, nunca havia ficado tão assustado", confessou. Os piratas somalis usavam a ilha como esconderijo. Havia um bunker com uma escotilha no topo e uma sequência de números - 4, 8, 15, 16, 23 e 42. Os militares dizem não saber o que isso significa.
A ilha ainda não foi batizada. Um agente sugeriu o nome "Lost" ("Perdido", em inglês), mas outro argumentou que isso não fazia sentido, já que a ilha não estava mais perdida. Como ela foi descoberta por militares britânicos, caberá à Rainha Elizabeth II o batismo da ilha.
Dos quatro piratas somalis presos, dois, curiosamente, usavam camisas do Botafogo. Um deles se chamava Paulinho Criciúma, um nome pouco comum na Somália. Eles dançavam ao som do Rebolation quando foram surpreendidos pelos agentes britânicos.
Dentre o material apreendido com os piratas constavam três caixas de CDs do Biquini Cavadão, dezenas de latas de Goiabada Cascão e garrafas vazias de Guaraná Jesus. Um imenso tonel cor de rosa levou o Serviço Secreto Britânico a concluir que o local era usado para fabricação pirata da bebida, que depois seria vendido em camelôs das ruas da Tanzânia.
Caro leitor, esta notícia é um trote de 1º. de abril.
quarta-feira, 31 de março de 2010
A encruzilhada pós-moderna do mercado global de aviões de caça
O mercado mundial de caças, aparenta ter entrado numa fase onde as velhas certezas não mais se aplicam.
Durante os anos da Guerra Fria, na hora de planejar seu re-equipamento, as diversas armas aéreas acabavam por encontrar-se limitadas a obter seus caças exclusivamente das potências com quem seus países eram politicamente alinhados. Países ocidentais, como o Brasil, compravam exclusivamente dos EUA, França ou do Reino Unido. Muitos países árabes (em óbvia retaliação ao apoio ocidental ao Estado de Israel), os países não-alinhados e os comunistas forçosamente compravam modelos russos. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os EUA restringiram, por questões exclusivamente políticas, o acesso de seus aliados aos seus aviões de mais alta performance. Eram liberadas para venda apenas as aeronaves mais defasadas, ou então, aquelas mais simplificadas com desempenho mais limitado, como o F-5. Este avião embora produzido em grande quantidade nunca foi usado operacionalmente pelos EUA, sendo destinado exclusivamente para exportação. A indústria francesa, normalmente operando fora destas restrições políticas, obteve nos anos 60 e 70 um grande sucesso com seus caças Mirage originais. Por sua vez, os britânicos desperdiçaram sua liderança tecnológica neste mercado ao, voluntariamente, abandonarem o mercado de caças após a introdução do interceptador BAC Lightning. Em função de questões políticas internas eles só voltariam ao mercado cerca de dez anos mais tarde, já então como parte de programas pan-europeus, como o Panavia Tornado.
Este foi o período conhecido como a era a das "guerras por procuração", e assim gerou uma situação bastante peculiar sob a ótica dos compradores. Poucos eram os países que dispondo de orçamento, também tinham a independência política para poder escolher seu próximo vetor de combate segundo suas próprias prioridades particulares. Por isso, um grupo bastante grande de nações ficou condicionada a aceitar o proverbial cavalo dado sem poder olhar os dentes. Tanto a União Soviética como os Estados Unidos, forneceram centenas de caças a países que efetivamente não tinham meios para comprá-los, e nem mesmo para mantê-los adequadamente. Estas "vendas" muitas vezes não passaram de doações camufladas sob o guarda-chuva de programas de assistência militar como o MAP - Military Assistance Program, tão usados pelos americanos. Uma vez que o fato gerador desta venda desaparecesse por qualquer razão, quase que imediatamente a frota destes países se tornava inoperante ou até mesmo acabaria sendo sucateada sumariamente.
Esta "encruzilhada" metafórica na década de 90 é claramente percebida como um momento de ruptura. Este é o ponto, a partir de onde, as antigas tendências parecem não mais guiar os fatos para o seu resultado "tradicional", e novos elementos passam a empurrar os fatos vindouros para caminhos totalmente inusitados.
Com o fim da Guerra Fria as fronteiras ideológicas do velho mundo, um mundo perfeitamente segmentado, se desintegram da noite para o dia. Inimigos e rivais de ontem viram possíveis focos de oportunidades para o futuro. Por exemplo, era assumido universalmente que toda a produção aeroespacial dos países ex-soviéticos fosse interrompida, como ocorreu em vários outros segmentos da antiga URSS. Mas isso não ocorreu, pelo menos não na área de aeronaves militares. O projeto básico de alta qualidade, característica presente tanto nos Sukhoi Su-27 Flanker, quanto nos Mikoyan Gurevich MiG-29 Fulcrum, causou uma grande mudança neste quadro de tradicional previsibilidade. Mesmo após o colapso da URSS, ano após ano, novos clientes passaram a adquirir os caças russos. China e Índia foram o catalisador desta nova fase ao, em paralelo, selecionarem o Flanker e o Fulcrum em grandes números para compor suas forças aéreas. Estas escolhas iniciais não tiveram nada de errático ou de pontual. Ambos os países, posteriormente, reafirmaram sua opção pela tecnologia russa ao assinarem contratos de produção local, sob licença para mais de cem unidades cada um, dos caças da Sukhoi.
O sucesso internacional da família Flanker se apóia em três pilares básicos:
a) Uma célula robusta, muito competente aerodinamicamente, capaz de comportar o crescimento e a atualização continuada com novos aviônicos digitais e sensores mais modernos;
b) Um país capaz de produzi-los em largas quantidades e sem muitas restrições de natureza política; e
c) um preço de aquisição muito agressivo, chegando a ser menor do que o do F-16, o caça leve padrão dos EUA.
O Flanker se constitui hoje num verdadeiro "caça Lego", onde praticamente qualquer aviônico, seja ele de origem russa, européia ou de outra nacionalidade, pode ser integrado ao avião, de acordo com o desejo do cliente.
Esta flexibilidade de configuração é um fruto acidental da forma da produção característica dos tempos soviéticos e de sua falência desordenada. Naquela época todos os modelos eram criados e desenvolvidos, até a fase do protótipo, pelo "Bureau" (Escritório de Projeto). Posteriormente o programa era distribuído para várias fabricas espalhadas pelo país para sua produção seriada. Com o fim da economia planejada soviética, cada uma destas indústrias passou a desenvolver, em paralelo, seu próprio programa de atualização independentemente dos esforços do Bureau Sukhoi. Hoje com a produção devidamente alinhada sob um modelo centralizado gerido pela holding Sukhoi e da gestão comercial unificada para o exterior pela Rosoboronexport, a plataforma básica do Flanker oferece ao comprador um amplo leque de opções na hora de configurar armas, sensores e eletrônicos de bordo. Na contramão do que se esperava há apenas dez anos, as vendas no exterior dos caças Sukhoi não param de crescer: Vietnam, Indonésia, Malásia, Argélia e agora, a Venezuela, se somam à China e à Índia e a várias ex-republicas soviéticas na operação de expressivas frotas destes aviões.
Mais do que os ganhos comerciais, as vendas de caças americanos neste novo cenário pós-Guerra Fria se nortearam ainda mais pelo desejo do governo americano em seguir manejando a capacidade militar de seus aliados. Nos anos 80 e 90 o caça padrão de exportação foi o monomotor F-16 que obteve um bom sucesso entre países da OTAN, países asiáticos e do Oriente Médio. Curiosamente, foi justamente a introdução do Flanker na Ásia, um caça muito maior e mais perigoso, que gerou uma mudança de planos dos EUA. Agora toma forma uma nova e inesperada onda de vendas do caça bimotor F-15. Justo um modelo que, até então, tinha suas vendas restritas a alguns parceiros chave, apenas: Japão, Israel e Arábia Saudita. Recentemente Coréia do Sul e Cingapura optaram por comprar este caça americano, apesar de ele ser muito mais caro e capaz que o F-16. Ambos aviões são excelentes, mas, sua escolha acaba por implicar a aceitação de uma série condicionamentos geopolíticos do governo americano. Em vários casos, clientes dos aviões F-16 acabaram tendo vetado seu acesso ao armamento mais moderno como, por exemplo, os mísseis BVR (além do alcance visual) AIM-120 AMRAAM.
Neste mesmo período, na Europa, o mercado se acomodou ao redor de três modelos que chegaram ao mercado quase que simultaneamente: o francês Dassault Rafale, o sueco Saab Gripen e o anglo-ítalo-hispano-alemão Eurofighter EF-2000. Se este último já nasceu com uma encomenda inicial de mais de 600 unidades dos seus sócios industriais e tem um futuro mais do que garantido, o mesmo não se pode dizer dos demais. O êxito verificado com os Mirage III, V e F-1 não se repetiu com o Mirage 2000, que conquistou não mais de 7 clientes no exterior. Seu sucessor, o Rafale, mesmo mais de 10 anos após seu primeiro vôo enfrenta uma pedreira íngreme e vem colecionando apenas frustrações no mercado exterior. Derrotado na Coréia e em Cingapura pelo F-15 americano, o Rafale tropeçou também na mega-compra de 72 unidades para Arábia Saudita, onde o Eurofighter levou a melhor. A lista de encomendas do modelo francês, até agora, não vai além da Força Aérea e da Marinha francesas. Talvez por isso, a modesta lista de armamentos integrados ao Rafale sejam ainda essencialmente produtos de origem francesa, não necessariamente conhecidos por apresentar preços de compra agressivos ou experiência comprovada em combate. Aparentemente, a decisão unilateral da Dassault de seguir adiante com um avião 100% francês acabou por prejudicar severamente as chances do Rafale no mercado mundial.
O caça sueco JAS-39 Gripen é o mais recente herdeiro de uma longa e competente tradição de caças suecos. No entanto, ele padece de duas deficiências difíceis de serem superadas: a falta de pujança geopolítica da Suécia para "empurrar" seu caça nas concorrências contra iniciativas de concorrentes pesos-pesado, como os Estados Unidos e a Rússia, por exemplo. E a falta de "músculo econômico" sueco para produzir propostas economicamente imbatíveis. Semelhantemente com o Rafale, o Gripen sofre de uma crônica falta de clientes e de encomendas substanciais. Conseqüência direta disto, o ritmo de produção, tanto da linha industrial sueca quanto da francesa, são obrigatoriamente lentos. Apenas poucos aviões sendo produzidos a cada mês. Se não fosse assim, em poucos meses seria necessário fechar a linha de produção devido à falta de pedidos e clientes, decretando a morte prematura dos dois modelos.
O inesperado sucesso comercial dos russos com o Su-30 e com o MiG-29, indica que estes aviões podem ter uma sobrevida bem superior ao dos aviões da Saab e da Dassault, a não ser que alguma grande e significativa venda se materialize logo para eles, mudando totalmente o quadro.
Por seu lado, os americanos indubitavelmente puxam o trem da alta tecnologia neste segmento. Eles são os únicos com modelos de 5ª geração em produção e em desenvolvimento. O caça de supremacia aérea Lockheed F-22 Raptor, se apresenta como "virtualmente imbatível", mas, no entanto, exibe um custo unitário proporcionalmente espetacular, comprometendo até mesmo o vasto orçamento anual da Força Aérea americana. Ele será em breve acompanhado em serviço pelo Lockheed F-35 Lightning II, modelo mais leve e monomotor, mas também incluindo tecnologia stealth. O Raptor, na sua versão básica, é praticamente inexportável devido seu altíssimo custo unitário superior a 200 milhões de dólares a unidade. Adicionalmente, pelo fato do F-22 embarcar muita tecnologia avançada e secreta, assim como utilizar materiais avançados, o principal modelo para exportação dos americanos neste novo século deverá ser o F-35. O Lightning II vem sendo oferecido como um caça tão revolucionário sobre as atuais gerações que levou um grande número de paises aliados adiassem suas compras de caça até o período de disponibilidade do F-35, entre 2010 e 2015, Esta estratégia acertou em cheio alguns dos clientes contados como certos para os três caças europeus, obviamente punindo mais fortemente o Gripen e o Rafale. Notícias recentes sugerem que mesmo na época de entregas dos F-35 aos clientes estrangeiros o governo americano poderia vir a restringir a exportação dos aviões na configuração padrão da USAF e da US Navy. Ao preparar uma versão piorada para cliente no exterior, muito ruído e descontentamento foi gerado entre os países que já se comprometeram com o programa industrial deste avião: Holanda, Reino Unido, Austrália, Turquia, Noruega e Itália. Neste caso muita água ainda vai rolar debaixo da ponte antes que possamos afirmar que o F-35 será tão exitoso no mercado global quanto se esperava dele no inicio do seu planejamento.
O custo crescente e a consolidação da indústria aeroespacial mundial assim como dos mercados consumidores já fizeram que tanto Dassault Aviation quanto Saab, tenham indicado que o Rafale e o Gripen, tendem a ser os últimos caças tripulados 100% fabricados por estas empresas, o futuro na Europa parece apontar para aeronaves de combate não-tripuladas.
Os Russos, após uma forte e dolorosa arrumação interna que consolidou centenas de empresas baixo uma única holding do segmento aeroespacial, eliminaram sobreposições funcionais e redundâncias, e anunciaram o seu programa de caça de 5ª geração. Este novo programa deve contar com a participação significativa das industrias aeroespaciais chinesa e indiana. Capitaneado pela Sukhoi, o projeto ambiciona produzir uma opção não-ocidental, aos F-22 e F-35 americanos. Até este momento, o novo programa vem sendo chamado na imprensa pelo pouco revelador código "T-50", e nenhuma ilustração oficial descortinou até hoje as suas possíveis linhas aerodinâmicas.
Para a indústria aeroespacial brasileira, que, por diversas razões perdeu o trem no caso dos aviões de caça europeus, esta pode ser uma oportunidade rara e muito interessante. O T-50 ainda se encontra num estágio ainda bastante inicial, com muito trabalho restando ainda pela frente. A tecnologia desenvolvida para ele será no estado da arte, podendo servir como alavanca para nos capacitar nas próximas décadas para mantermos a liderança conquistada pelos eficientes EMB170/190 no mercado comercial civil.
A Embraer tem muitas habilidades técnicas que a distinguem e pavimentam seu caminho de sucesso até o ponto em que ela se encontra hoje. Uma destas, é justamente seu know-how de vendas e de suporte pós-vendas. Imaginem um caça de 5a geração nascendo com encomendas de várias centenas de unidades já garantidas, unindo a alta tecnologia dos russos, o baixo custo industrial dos chineses, o domínio de software indiano com a atenção a clientes alinhada com os melhores padrões de serviço da indústria ocidental, amplamente dominados pelos brasileiros. Esta seria uma combinação inédita das melhores características de um grupo notável de países chamados pelos analistas econômicos internacionais como BRICs (Brasil-Russia-Índia-China). Eis uma janela única se abrindo à nossa frente, será que teremos habilidade para aproveitar ela? O tempo dirá.