1ª Dica:
Um rapaz vai a uma farmácia e diz :
- Tem preservativo? Minha namorada me convidou para jantar esta noite na
casa dela. O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai . De
imediato, volta, dizendo:
- Senhor, dê-me outro. A irmã da minha namorada é uma gostosona, vive
cruzando as pernas na minha frente. Acho que também quer me dar...
O homem dá o preservativo ao jovem . Ele volta, dizendo:
- Quero outro. A mãe da minha namorada também é boa pra caramba. A velha
vive se insinuando, deve ser mal comida, e como eu hoje vou
jantar lá na casa delas...
Chega a hora da comida e o rapaz está sentado à mesa com a namorada ao
lado, a mãe e a irmã à frente. Neste instante entra o pai da namorada
. O rapaz baixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar:
- Senhor, abençoa estes alimentos, blá, blá.. Damos graças por estes
alimentos...
Passa-se um minuto e o rapaz continua de cabeça baixa rezando:
- Obrigado Senhor... blá, bla...
Passam-se cinco minutos :
- Abençoa Senhor este pão...
Todos se entreolham surpreendidos, e a namorada lhe diz ao ouvido:
- Meu amor, não sabia que eras tão religioso...
- E eu não sabia que o teu pai era farmacêutico!
Conclusão:
Não comente os planos estratégicos da empresa com desconhecidos, porque
essa confidência pode destruir a sua própria organização.
2ª Dica:
Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair e está
se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns
segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste,
se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o
vizinho Nestor em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa,
Nestor diz:
- Eu lhe dou 3.000 reais se você deixar cair esta toalha!
Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica
nua. Nestor então entrega a ela os 3.000 reais prometidos e vai embora.
Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e
volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do
chuveiro:
- Quem era?
- Era o Nestor, o vizinho da casa ao lado, diz ela.
- Ótimo! Ele lhe deu os 3.000 reais que ele estava me devendo?
Conclusão:
Se você compartilha informações a tempo, pode prevenir exposições
desnecessárias.
3ª Dica:
Um padre está dirigindo por uma estrada quando vê uma freira em pé, no
acostamento. Ele para e oferece carona. A freira aceita. Ela entra no
carro, cruza as pernas revelando suas lindas pernas. O padre se descontrola
e quase bate com o carro. Depois de conseguir controlar o carro e evitar o
acidente, ele não resiste e coloca a mão na perna da freira. A freira olha
para ele e diz: - Padre, lembre-se do Salmo 129!
O padre, sem graça, se desculpa:
- Desculpe Irmã, a carne é fraca... E tira a mão da perna da freira.
Mais uma vez a freira diz:
- Padre, lembre-se do Salmo 129!
Chegando ao seu destino a freira agradece e, com um sorriso enigmático,
desce do carro e entra no convento. Assim que chega à igreja o padre
corre para as Escrituras para ler o Salmo 129, que diz: 'Vá em frente,
persista, mais acima encontrarás a glória do paraíso'.
Conclusão:
Se você não está bem informado sobre o seu trabalho,pode perder excelentes
oportunidades.
4ª Dica:
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua
encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de
dentro dela sai um Gênio. O Gênio diz:
- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de
vocês!
- Eu primeiro, eu primeiro.' grita um dos funcionários... Eu quero estar
nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida ' .
Pufff e ele foi ...
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento
interminável de pina coladas !
Puff e ele se foi ...
- Agora você - diz o gênio para o gerente.
- Eu quero aqueles dois palhaços de volta ao escritório logo depois do
almoço para uma reunião!
Conclusão:
Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.
5ª Dica:
Na África, todas as manhãs, o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir
correr mais do que o leão, se quiser se manter vivo.
Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais do que o
veadinho, se não quiser morrer de fome.
Conclusão:
Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer, você tem
que começar a correr.
6ª Dica:
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada.
Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
- 'Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?'
O corvo responde, sorrindo:
- 'Claro, porque não?'
O coelho senta no chão embaixo da árvore, e relaxa.
De repente uma raposa aparece e come o coelho.
Conclusão:
Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.
7ª Dica:
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um
balde vazio e segue rumo às arvores frutíferas.
No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente
invadiram suas terras.
Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando
na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais
profunda da lagoa e gritam:
- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for
embora.
O fazendeiro responde:
- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!
Conclusão:
A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos
objetivos mais rapidamente.
quinta-feira, 11 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Que saudade do compadre e da comadre!
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos.
Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha [WINDOWS-1252?]– geralmente uma das filhas [WINDOWS-1252?]– e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, t ambém ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!.. [WINDOWS-1252?]– ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite...
Que saudade do compadre e da comadre!
TEXTO DE
José Antônio Oliveira de Resende
Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos.
Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha [WINDOWS-1252?]– geralmente uma das filhas [WINDOWS-1252?]– e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, t ambém ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!.. [WINDOWS-1252?]– ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite...
Que saudade do compadre e da comadre!
TEXTO DE
José Antônio Oliveira de Resende
Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.
segunda-feira, 8 de março de 2010
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